Funk, macumba & o hip hop

547 views | 26.02.2010 | 14h00 | Por Alex Antunes |
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Em resposta ao artigo sobre Emicida e a um debate na Cufa de Cuiabá, uma reflexão desgovernada

No artigo publicado neste site, Dewis Caldas é arguto ao enxergar em Emicida uma saída para os dilemas que tolhem o hip hop nacional. Em uma discussão em que participei há poucos meses, no lançamento do espaço da CUFA (Central Única das Favelas) em Cuiabá, a convite do classudo Linha Dura, essa era uma das premissas iniciais. A de que o hip hop brasileiro, de alguma maneira, se meteu em um beco, ao não conseguir dar consequência ao enorme pico de interesse que os Racionais MCs conquistaram há alguns anos; ao assistir ao cruel assassinato do mais que promissor Sabotage; ao acompanhar a guinada de Marcelo D2 rumo a uma estratégia zona sul e não-confrontacional; ao não ver em MV Bill qualidades artísticas à altura de seu compromisso social.

E é aí – tanto na discussão de Cuiabá quanto no escrito de Dewis – que aparece uma irresistível compulsão em se colocar (ou colocar ao hip hop nacional) como vítima de uma situação de perseguição e bloqueio econômico e social. Não que o preconceito e a censura econômica não existam, claro. Mas provoco o Dewis com a mesma colocação com que provoquei a molecada combativa de Cuiabá. Na guerra simbólica (já que não se trata de uma guerra militar, pelo menos na maior parte do tempo), os armamentos são bem mais democráticos. Dou dois exemplos relativos a vitórias simbólicas do funk carioca que podem parecer chocantes, a princípio, mas apontam para onde me interessa levar a discussão: a) Quando as peruas de alguma festa burguesa cantam “A buceta é minha” (do hit da Gaiola das Popozudas), para profunda inquietação dos homens presentes, é uma vitória simbólica do funk carioca; b) Quando o blindado Caveirão ataca um morro do Rio de Janeiro com um “funk de polícia” bombando em seus altofalantes, também é uma vitória simbólica do funk carioca.

Dei esses exemplos em Cuiabá, e fui questionado. Afinal, na percepção de alguns presentes, a “pornografia do funk” é uma artimanha de mercado, do poder. Ao mesmo tempo em que um ataque policial aterrorizante não pode ser uma vitória popular. Discordo. Não irei muito fundo na questão de se o sexismo do funk representa ou não a opressão machista à mulher (essa é toda uma discussão complexa, mas já adianto que considero o sexo um armamento muito mais pesado na mão das dos mulheres do que dos homens – eles sim são o sexo frágil, a que apenas uma palavra ou um olhar feminino bem [mal] colocado derruba qualquer ereção). Aqui só insistirei em que, em termos simbólicos, a adoção do discurso do “adversário” certamente representa uma derrota para a “elite” brasileira.

Saí do filme Tropa de Elite, há alguns anos, com uma forte impressão: a de que o Brasil estava (está) empatado e loteado entre dois projetos opostos de civilização, um branco, lógico, ordenador, vertical e um preto, primitivo, caótico, horizontal. Claro, ambos partilham elementos da autoridade patriarcal (é por isso que às vezes [sempre?] a palavra de um criminoso é mais confiável que a de um político). A sacanagem é que, desde o descobrimento, o projeto branco “se vende” como um ideal melhor, civilizador e mais avançado, a que os pobres coitados do outro lado adeririam se tivessem condições. Ora, não é verdade. Quem conhece o subúrbio ou o morro (ou mesmo as celas de uma penitenciária) sabe que ali há valores assumidos e estáveis, um orgulho real e uma satisfação em se ser como se é. É só olhar para as favelas e ver que lá as casas mais caras, com suas antenas parabólicas e terraços caprichados, têm um investimento em grana que certamente poderia levar seus moradores a um “bairro melhor”. Mas melhor pra quem, cara pálida?

É essa a vitória simbólica do funk carioca: ele vibra força e autoconfiança suficientes para contaminar até peruas e policiais. E é aí que voltamos ao hip hop: onde está o hino que o rap brasileiro ainda está devendo? Onde está a autoconfiança, que não se traduza em atitudes defensivas e autoexcludentes? Há quem diga que a entrevista de Mano Brown à Rolling Stone expressou exatamente esse ajuste e essa transição. Há quem veja essas qualidades olímpicas na verve desencanada do Emicida. Espero que sim. Porque, ao contrário do que Dewis defende em seu artigo, não é uma mera questão de acesso aos recursos de produção, controlados pelo mercado e sempre dirigido para artistas inofensivos, paga-pau das corporações e imitadores dos gringos (1). Ao contrário dessa caricatura prostrante, nem tudo na vida é decidido por um executivo de gravadora (aliás, cada vez menos).

Algum dinheiro e alguma notoriedade sempre foram parar nas “mãos erradas” – quando elas foram suficientemente autoconfiantes para isso. Como foram parar nas mãos dos Racionais MC’s, enquanto eles, para usar as palavras de Mano Brown, ainda não eram “mapeados e rastreados”. Mas esse mapeamento e rastreamento é uma decisão interna e pessoal. Mercado nenhum facilitou a vida dos manos old school nos Estados Unidos – pelo contrário, Bambaataa dedicou bastante tempo a convencê-los a não se matarem nas ruas. E a prestarem atenção na história da luta pelos direitos civis, em que os questionamentos de Martin Luther King, Malcolm X e os Panteras Negras desembarcaram na obra de precursores poético-musicais como os Last Poets e Gil Scott-Heron, na virada dos anos 60 para os 70 (ou seja, a atual riqueza do hip hop americano é uma construção de uns bons 30 ou 40 anos). Mas os rappers brasileiros já compraram o pacote pronto, e nem conhecem Grandmaster Flash e Bambaataa, quanto mais os Poets, Scott-Heron, Kool Herk e a Sugar Hill (2). Esqueceram até de Thaíde – cujo álbum mais recente foi uma boa sacada de atualidade, com o rap-jovem guarda “Louca Por Mim”, por exemplo (daqui a pouco volto ao assunto).

Acontece que não é bom negócio – nem sequer é possível – ao hip hop brasileiro imitar as estratégias de inclusão social vividas pelos americanos. Por uma razão muito simples: a ética protestante norteamericana, que permite que os rappers de lá exibam símbolos de riqueza (correntes de ouro, produtos de marca) não funciona por aqui. Nossa (nossa de quem, cara pálida?) ética cristã, montada no dilema da culpa e da punição, tende a ver com maus olhos essa ostentação de riqueza material. E D2 acaba sendo crucificado pelas razões erradas (não porque adotou os aspectos mais conciliadores do samba à sua fusão confortável, mas simplesmente porque começou a ganhar uma grana). Então, só nos resta imaginar que o buraco está mais embaixo. Porque não há como resolver o hip hop nacional sem resolver a própria condição do preto brasileiro.

E o preto brasileiro, no seu processo de miscigenação, foi sacrificando sua rímica poderosa às formas brancas da música – trocando a ênfase no batuque tribal pelos melodismos do samba-canção. Nos Estados Unidos, bem menos miscigenados, a concentração de negritude (e de repressão ostensiva) paradoxalmente acabou produzindo uma forma musical sexy, combativa e poderosa como o funk setentista. A matriz dos loops, scratches e samples do do hip hop. Qual seria a resposta no Brasil? Um rap-macumba? Estou tentando convencer o Linha Dura que é por aí.

O vetererano Thaíde: jovem guarda e mulheres em "Louca por mim" (foto divulgação)

Porque o rap-macumba seria a coisa mais pop do universo. Ao contrário do uso pejorativo do termo, “pop” não é uma acusação de comercialismo. De oportunismo sim, mas de um zen-oportunismo que permite embutir no lucro o seu contrário, o idealismo. “Pop”, tal como foi inicialmente concebido, nas artes plásticas e na música (veja o caso dos Beatles, a quem ninguém acusa de vendidos), era uma interface entre o consumo de massa (a lógica do hit) e a sua própria crítica (aquela faixa experimental e intrigante ou agressiva que estava lá, no mesmo disco que o hit). Será que o que Dewis aponta como encruzilhada para Emicida não será, na verdade, uma avenida de duas mãos? Conseguir jogar com inclusão e exclusão ao mesmo tempo, sem enlouquecer? É essa virtude (e não defeito) de duplicidade do funk carioca que o hip hop brasileiro ainda não demonstrou.

Na verdade, a granda sacada da sigla r.a.p. – “rhythm and poetry” – é exatamente essa estratégia dúplice. Ao slogan contracultural “liberte sua mente” (“free your mind”), já em 1970 George Clinton respondia “liberte sua bunda… e a mente vai seguir” (“free your ass… and your mind will follow”). Rhythm and poetry é um passo nisso. Ritmo primal para a bunda – poesia engajada para a mente. Talvez falte ao hip hop brasileiro sacar que a base rítmica não é um mero esqueleto, um suporte para a rima. É a base que leva a bunda para passear, enquanto a mente se concentra em outras coisas. E de bunda o Brasil sabe tudo. È uma lástima que o mais longe que o hip hop brasileiro tenha ido na rítmica tenham sido nas excursões ao imaginário zona sul (ou Lapa turística, vá lá) de D2.

Essa capacidade de jogar duplo é o que falta, em geral, ao artista tolhido pela culpa cristã – é só ver a eficiência que a Tropicália alcançou ao colocar certo e errado, bom e mau no mesmo pacote. Ou seja, se compreenderem suas próprias raízes e disponibilidades culturais, os pretos brasileiros serão (como sempre foram, aliás), os artistas mais expressivos e reconhecidos – é só redescobrir onde ficou a velha ginga, e não cair nesse papo de vítima. Jorge Ben, por exemplo, revolucionou a música brasileira com uma única idéia genial, preto no branco: reproduzir no violão (ou na guitarra) a batida do tamborim. É sagaz da parte de Mano Brown entender que a raiz black do Brasil está aí: em Ben, em Tim Maia, na Black Rio. São eles os nossos babalaôs. Uma música como “Mulher Elétrica” traz os Racionais não à despolitização, ao “pop” no sentido pejorativo, mas a um nível superior de politização, ao “pop” em seu sentido maior, transformador (e não cristalizador) de comportamentos e conceitos. Foi a mesma sacada de Thaíde em “Louca Por Mim” – só que essa quase ninguém notou.

Voltando ao funk carioca, há quem veja resquícios no seu “tambozão” dos tambores do candomblé, ou do maculelê. Faz sentido. Dança e religião, poder e celebração, sexo e autoridade. Porque alguma matriz energética de orgulho e de autoridade, em meio a todo o caos do discurso das letras, o funk carioca certamente preserva. È isso que devemos esperar do nosso hip hop, não uma diluição das estratégias americanas. Respondendo a Simon Reynolds, que Dewis cita, se há um lugar onde a polarização entre segregação e liberdade, entre autenticidade e profissionalismo, entre festa e combate, entre indivíduo e coletivo pode ser solvida (3), esse lugar é o Brasil. Onde, apesar das aparências, o projeto branco e vertical de civilização ainda não venceu – e não vai vencer, se os Deuses quiserem. Os Deuses estão aqui. Que Emicida e Mano Brown (e quem mais vier, nesta festa e neste combate) os incorporem e expressem.

* * *

1 Dewis é particularmente infeliz na afirmação “Foi assim com os Secos e Molhados, que em 1973 tocava um glam rock já ultrapassando na Inglaterra”, que é um insulto à história. Assim como os Mutantes, que foram reconhecidos internacionalmente em sua originalidade tropical (apesar de terem sido chamados por Sérgio Martins, na Veja, de “nota de rodapé na história da psicodelia”), os Secos & Molhados deram uma incrível contribuição à (contra-)cultura setentista do Brasil, talvez só comparável em repercussão à de Raul Seixas. Para além do fato de que havia mesmo esse “delay” de alguns anos no timing em que as coisas repercutiam por aqui (um exemplo é o punk – mesmo não tendo surgido em 76, o punk brasileiro não foi menos contundente), os Secos & Molhados agregaram à sua visão glam (presente no elemento da androginia principalmente) elementos musicais e poéticos de grande especificidade e originalidade. Mesmo na maquiagem, foi a primeira banda hippie–glam (barba + pancake) do universo. A jornalista Ana Maria Bahiana contou, em palestra sobre a contracultura brasileira, a inquietação que o surgimento bombástico dos Secos & Molhados provocaram nas percepções políticas e comportamentais mais lineares. Ela, que trabalhava então no jornal Movimento, e viria a escrever sua primeira matéria de capa exatamente sobre os S&M, tinha que explicar para os esquerdistas de então se a banda era “progressista” (por ser libertária) ou “reacionária” (por levantar a questão “pequeno-burguesa” da ambivalência sexual). Considerando ainda que os S&M não foram uma armação, mas uma banda bastante experimental para a época, que se lançou a partir de uma temporada na sala menor, em um horário bastante tardio (ou seja, completamente underground) do Teatro Ruth Escobar, a acusação de mimetismo oportunista à tendência gringa fica bastante prejudicada.

2 Na verdade, Gil Scott-Heron, alquebrado depois de anos de prisão e possivelmente de AIDS, passa por um momento de grande reconhecimento tardio – outro dia teve matéria até em revista brasileira, a Carta Capital – graças ao seu novo álbum, I’m New Here.

3 Notem que eu não disse “resolvida” – solvida é uma resposta do corpo, resolvida é uma resposta da mente.

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23 Respostas para “Funk, macumba & o hip hop”

  1. Fernando Ramos Costa disse:

    É sempre impressionante se deparar com a sensibilidade e a amplitude da visão de Mr. Antune

    ” A matriz dos loops, scratches e samples do do hip hop. Qual seria a resposta no Brasil? Um rap-macumba? Estou tentando convencer o Linha Dura que é por aí”

    Um outro elemento que vem sendo utilizado por Mc’s menos conhecidos que Emicida e Mano Brown que não pode ser esquecido é a embolada nordestina, preta até no quinto dos inferno (www.myspace.com/rapadurarap, é só um exemplo que dá pra achar no myspace)

    “Uma música como “Mulher Elétrica” traz os Racionais não à despolitização, ao “pop” no sentido pejorativo, mas a um nível superior de politização, ao “pop” em seu sentido maior, transformador (e não cristalizador) de comportamentos e conceitos.”

    Apesar de enquanto música somente “mulher elétrica” não me agradar e ser obviamente uma chupação a “Eletric Lady” do Con funk shun que vai além da “citação” do sampler, é importantíssimo esse posicionamento do Mano Brown de ode à mulher negra, já que nas músicas dos Racionais a mulher sempre aparecia como “vilã” (“… encontre uma de caráter se você puder).

    “E é aí que voltamos ao hip hop: onde está o hino que o rap brasileiro ainda está devendo?”

    Será que ” O Homem na estrada” estaria descartada como sendo esse hino???
    Conhecida e cantada em qualquer periferia de qualquer lugar do brasil, declamada publicamente por um senador, e assistida com um “cidade de Deus” no sistema de som dos carros dos playboys de qualquer lugar.

    E eu até acho que mesmo antes do recente resgate de Gil Scott Heron, o pessoal já tava correndo atrás, só que ainda é gente que não chegou, mas vão chegar, take it easy mr. Alex

  2. alex antunes disse:

    muito interessante sua resposta, fernando. só umas observações:

    “mulher elétrica” assume que é uma adaptação do ConFunkShun;

    “o homem na estrada” é um hino sim, mas frusta um pouco os racionais não terem emplacado nada nesse nível desde aquela época – eu ouvi essa música a primeira vez em vinil, em 93
    :)

    quanto ao gil scott-heron e ao interesse nos precursores, antes tarde do que nunca.
    é legal que uma cultura que tem um de seus fundamentos no DJing e nos samples, tenha esse espírito pesquisador.

  3. Allysson disse:

    Em primeiro lugar agradeço pelas idéias muito bem colocadas no texto, muito interessante mesmo.
    Eu só tenho uma provocação, quanto à um caminho que a música negra no Brasil, ou melhor, a música dos negros teria rumado para uma descaracterização quando embarcou no samba-canção. Pois bem, nem todos o fizeram, em segundo lugar é importante destacar que para chegar a ser gravada a música dos negros precisava do aceite de produtores e gravadoras dirigidas por brancos. Não tivemos uma Mowtown. Por outro lado, não há uma música autêntica dos negros, dos afro-descendentes, tanto nos Estados Unidos, como aqui, os africanos escravizados tiveram que reinventar os elementos culturais ligados a seu povo, vieram sem nada, neste sentido o diálogo, as trocas e a negociação com a cultura européia foi necessária para produzir, justamente o que hoje chamamos de música “pop”, sem os africanos certamente não a teríamos, pois de suas peripécias instrumentais, ritmicas, vocálicas, foi possível surgir uma música cuja autênticidade, se houver, advém do improviso, da adversidade de aprender sem o acesso à formalização da estrutura musical “ocidental”. Mas a discordância vai além, para lembrar que existe uma hipótese levantada por B+ autor do documentário Brasilintime, de que foi justamente a percussão brasileira que gerou o rítmo base do funk estadunidense. B+ destaca que foi a audição da música “Apache” gravada se não me falha a memória por Azimuth ou Trio Mocotó que despertou uma guinada no desenvolvimento da música negra nos EUA. Enfim, cultura é isso, não há tradição, autenticidade, autoridade fixas, e sim movimento, trocas, contaminações, apropriações.

Citações em outros veículos

  1. Dewis Caldas disse:

    O Alex Antunes fez um artigo rebatendo o meu texto sobre o EMICIDA/hip-hop, muito boa http://nagulha.com.br/funk-macumba-e-o-hip-hop/

  2. Factóide! disse:

    RT @dewiscaldas: O Alex Antunes fez um artigo rebatendo o meu texto sobre o EMICIDA/hip-hop, muito boa http://nagulha.com.br/funk-macumba-e-o-hip-hop/

  3. Dewis Caldas disse:

    RT @nagulha: Atualização @nagulha: Funk, hip hip e macumba – Uma Reflexão de Alex Antunes – http://lc4.in/hVrT

  4. Fora do Eixo disse:

    RT @nagulha: Atualização @nagulha: Funk, hip hip e macumba – Uma Reflexão de Alex Antunes – http://lc4.in/hVrT

  5. Daniel Go disse:

    Não sei se concordo ou discordo, mas aqui http://bit.ly/9PkF9H tá um puta texto do Alex Antunes (via @dewiscaldas

  6. Anderson Foca disse:

    RT @nagulha: Atualização @nagulha: Funk, hip hip e macumba – Uma Reflexão de Alex Antunes – http://lc4.in/hVrT

  7. Raissa Dantas disse:

    RT @nagulha: Atualização @nagulha: Funk, hip hip e macumba – Uma Reflexão de Alex Antunes – http://lc4.in/hVrT

  8. e a propósito, a "reflexao desgovernada" de alex antunes RT @nagulha: Funk, macumba & o hip hop http://bit.ly/cyQiDJ

  9. RT @lucasbaisch: http://nagulha.com.br/funk-macumba-e-o-hip-hop/ Funk, macumba & o hip hop vale a pena ler

  10. saladobradica disse:

    おおおお、俺、メロン行ったら買ってくりゅ!Link:【美琴中射し同人誌「イッてる今イッるのっあもう出してもっと激しくイカせて!」-アキバBlog】 : http://j.mp/8BSc97

  11. educontra disse:

    texto muito bom sobre o rap brasileiro e a vitória simbólica do funk carioca > http://migre.me/lzKb

  12. “free your mind? no, free your ass… and your mind will follow”, George Clinton, 1970 > alex antunes que citou, aqui > http://migre.me/uTbW

  13. f santos disse:

    正に感動を引き起こす装置。RT @oeuf_toto: RT @sumito RT @soyane: RT @yoichi0222: 世論を動かす、大統領まで動かす、沈黙のインスタレーション。 http://bit.ly/drQGNR

  14. educontra disse:

    reli e retuito: texto muito bom sobre o rap brasileiro e a vitória simbólica do funk carioca > http://migre.me/DOFj

  15. Marcelo Costa disse:

    RT: @educontra texto muito bom sobre o rap brasileiro e a vitória simbólica do funk carioca > http://migre.me/DOFj

  16. screamyell disse:

    RT: @educontra texto muito bom sobre o rap brasileiro e a vitória simbólica do funk carioca > http://migre.me/DOFj

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